Das partidas… quantos sonhos interrompidos.

Início esse texto abordando sobre a morte, sobre o quanto somos breves.

Sabemos disso, mas insistimos em não saber, esconder, camuflar, fazer de conta que ela não existe, quem sabe assim ela não chega.

Deixamos pra depois, desistimos por medo, colecionamos ‘nãos’ por comodismo, nos perdemos de nós mesmos, de quem éramos. Quem você é? Você sabe?

O dia hoje está assim, reflexivo, triste, um tanto vazio também.

Uma vida linda, um sorriso sincero, tantos sonhos, tantos planos… todos interrompidos.

Tantos desejos abreviados por uma doença que rapidamente se tornou sua única presença.

A pandemia nos isolou, nos tirou a oportunidade da despedida, de um último momento, de um último abraço… e assim você se foi!

Que você esteja em paz, minha amiga! Que seus sonhos se perpetuem naqueles que tanto te queriam bem!

Suzanne Leal

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